quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

Some impossible tasks




Certa vez, a muito tempo atrás, mesmo antes do nosso sistema planetário se posicionar como o conhecemos nos dias de hoje, o Sol viu ao longe uma bela esfera. Emanava uma serenidade única, e uma luz suave. As estrelas o avisaram que aquela era a Lua. E era tudo o que sol queria. Uma fonte de tranqüilidade para sua vida agitada.
Durante muito tempo ele a admirou e a desejou, com todas as suas forças. Sua grandeza e força pareciam se tornar nada se comparado a todas as qualidades que a Lua parecia mostrar. As estrelas, que sempre estiveram ali por ele, o enchiam de revigorada energia, até que certo dia, o convenceram de tomar uma atitude.
Apresentou-se o sol à Lua. Falou sobre tudo o que sabia do firmamento, e das outras esferas que também ali vagava pela eternidade. Logo a lua se encantou com o Sol. Sua majestade e sua luz eram cativantes, e a Lua então abriu um sorriso, e era o mais belo de todos os sorrisos. O sol estremeceu. Seus raios intensificaram-se, sua energia era cada vez maior, somente pelo fato de ver tal bela peça, e sorrindo para ele.
E o sol conheceu a alegria. Fazia de tudo para ver o sorriso da Lua mais uma vez, e sempre era bem sucedido. Sua alegria não poderia ser maior, já que acreditava que encontrara alguém com quem pudesse contar por toda a vida. Foi quando ele decidiu aproximar-se “mais”.
A Lua sorriu ao ver seu novo e mais agradável amigo aproximar-se, porém seu sorriso sumiu no seu rosto, na mesma velocidade que um dos raios do sol a tocou. Sentia um calor muito forte, e sentiu-se fraquejar.
-Detenha-te! – Gritou a Lua, amedrontada. – Desculpe, meu amigo, mas não podemos deixar que nossa aproximação passe disto. Veja meu estado! Gosto de nossas conversa, mas nada além disso é possível.
Sentindo-se a menor de todas as esferas o sol diminuiu toda a sua energia pela metade. Voltou para o seu lugar e de lá ficou admirando-a, com a maior de todas as tristezas no seu coração.
A Lua então encontrou esta outra esfera, de uma combinação muito bela de azul e verde que logo ganhou sua atenção. O Sol nada pode fazer. Mesmo todo o seu tamanho, poder e o respeito que tinha pelas outras esferas e estrelas, pode mudar os fatos de que seu relacionamento com a Lua era completamente impossível.
E até hoje o Sol permanece no seu mesmo lugar, e vê a Lua girar em torno da Terra, em quanto giram em baixo de seus olhos, sem poder mover um músculo, e iluminando o caminho daquela que foi sua única amada.


segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Pro caralho

Don't be fooled.


O amor é escroto e vai te destruir.

Certas coisas não vão dar certo para certas pessoas e é isso ae.

Eu sou uma dessas pessoas. Vim pra me fuder, e parece que sempre do mesmo jeito.
Ok então.

Vai tudo pro caralho. Vai tudo pro caralho.

terça-feira, 12 de outubro de 2010

Comer, rezar, amar, jogar video game, comer de novo, vadiar, não fazer de bom da vida "and so on"

Não faz muito que cheguei em casa do cinema. Fui ver "Comer, rezar, amar".

Um filme lindo e que me deixou estranhamente triste. Estranhmente porque não é uma tristeza comum. É uma tristeza um tanto conformada... Como se algo dizesse pra mim "Tá tudo uma merda, mas é assim mesmo que é pra ser."

Incrível o que a personagem fez e eu sonho algum dia fazer o mesmo. Não digo nem viajar pelo mundo, mas sim algum tipo de "loucura", indiada que seja pra me encontrar, pra me satisfazer.

Porém eu não consigo pensar em fazer isso em prol de mudar minha mente e conseguir um romance. É claro pra mim que eu tenho que "parar de esperar" pra vir algo. Mas é tão mais tenso parar de esperar esperando que algo aconteça!

Como um dia de chuva que tenta miseravelmente ser um dia sol abrindo timidamente fendas nas nuvens para mostrar um ceuzinho azul que não engana ninguém.

"Um parenteses para algo que eu achei legal : Abriu a página de notícias do MSN e estava escrito "Descubra o que os famosos fizeram" ou algo assim e o Reinald Gienechinni (foda-se o nome dele) estava de costas olhando para a camera. E eu pensei "Gianni deu a bunda.""



Me deu uma vontade muito grande de escrever um livro ou mesmo gravar um filme. Tenho vontade de gravar um documentário caseiro sobre...Sobre sei lá, dificuldades que as pessoas têm no dia a dia...

Ok, dificuldades que eu tenho mas...Alguém talvez vá se beneficiar disso.

Incrível como eu me tornei uma pessoa mais prática em relação a textos. Não sei mais escrever poemas, eu acho.

--x--

Consegui montar meu modelo de pessoa ideal pra mim, mas depois de toda essa lição do filme me pergunto se vale a pena.



"Will you be my Alistair?"


Santa falta de linearidade, Batman!

quarta-feira, 6 de outubro de 2010